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Por ser extenso, o rio Iguaçu tem grande importância para a economia de regiões por onde passa.É navegável num trecho de 240 km, que vai de Porto Amazonas a Porto União. Serve de fronteira, num pequeno trecho, entre Paraná e Santa Catarina. Situado no início de trecho navegável do rio, Porto Amazonas nasceu e se desenvolveu sob o ciclo da erva-mate. O Coronel Amazonas de Araújo Marcondes trouxe seu vapor “Cruzeiro”, o primeiro barco a atracar à margem do rio, onde se desenvolveria a cidade. O rio integra a vida do município, proporcionando recantos belíssimos como o Perau do Corvo, um riacho que se precipita de um paredão de aproximadamente 15 metros de altura, em meio à vegetação nativa, formando um belo conjunto. O rio Iguaçu, por apresentar desníveis e cachoeiras, vem sendo utilizado, ao longo da história da ocupação do Paraná, em numerosos projetos hidrelétricos, com total descaracterização de seus ambientes. O trecho que fica no Parque Nacional é a única amostra significativa de suas características originais. É no rio Iguaçu que encontramos o maior número de centrais geradoras de energia do sistema hidrelétrico paranaense, permitindo o fornecimento de energia para todo o estado e também parte do Brasil. O rio foi e é fundamental para a economia de Foz do Iguaçu, pois graças às suas Cataratas, juntamente com outras belezas naturais, à Itaipu e à localização estratégica, é que o município firmou-se como uma importante cidade brasileira. Desde 1914, quando foi criado o município, e nas décadas que se seguiram, a atividade turística começava modestamente a ganhar força. Muitos hotéis foram construídos para atender a crescente demanda de visitantes nacionais e estrangeiros. Hoje a cidade possui e terceiro parque hoteleiro do país, com aproximadamente 200 hotéis. A atividade turística corresponde à cerca de 65 % da economia local, que proporciona ainda o desenvolvimento do comércio local.
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