Muita gente já mudou da região de Januária e de Pedras de Maria da Cruz. Sem o rio e sem emprego os ribeirinhos precisam mudar. Na região não existe indústria e o turismo seria a saída para o crescimento da região. Cada pescador busca no rio a alimentação da família, que gera o comércio. Muitos acabam prejudicando o rio por necessidade de sobrevivência. Seria bom conciliar o desenvolvimento com a preservação do rio.
No passado o que provocava a migração eram doenças endêmicas como o surto de Impaludismo(malária - infecção produzida por protozoário do gênero Plasmodium. Também é chamada febre intermitente, febre palustre, febres, maleita ou maleitas, paludismo ou impaludismo, sezão, sezonismo, tremedeira, e carneirada). Naquela época a água para consumo não era tratada. Na atualidade se o rio tivesse mais atenção o turismo seria maior.
A questão ambiental é a mais séria. Muitos fatores são responsáveis pela degradação do rio; falta de consciência; necessidade econômica. A fiscalização está sendo maior para os que estão desrespeitando o meio ambiente e o próprio rio.
Hoje existe área de preservação permanente sobretudo nas margens.
Para evitar esta destruição, todos precisam trabalhar na defesa do rio, sobretudo a educação. O papel dos educadores é fundamental na formação da consciência coletiva. A FEAM ( Fundação Estadual do Meio Ambiente) e o CODEMA (Conselho de Desenvolvimento do meio Ambiente) tem atitudes políticas de preservação e defesa do meio ambiente, mas com dificuldades por falta de verbas e políticas públicas. Contudo houve avanços, mas não o suficiente. Falta recursos e materiais. Tem multas administrativas, prisão para crimes ambientais (flagrantes) para crimes afiançáveis (fiança). Mesmo assim a população ainda comete crimes.