As mil caras do Rio São Bartolomeu DF/GO Brasil
Equipe Capivarinha
Princípio norteador
Preparando a viagem
O rio e o ouro
Planalto Central
Confluência do rio São Bartolomeu e rio Paranoá
Denúncia
Rajadinha - rodovia DF 250
Margens
Dragagem
Vegetação
Fauna
Qual é a cor do rio?
Ponte prá que te quero?
Largura, profundidade = volume de água
Lazer
Correnteza
IQA
Avaliação do Projeto
 

O rio e o ouro

Na nossa viagem descobrimos que no dia 24 de agosto de 1746, Antônio Bueno de Azevedo, que vinha dos garimpos de ouro do rio Paracatu, encontrou um curso d'água que foi denominado por ele: rio São Bartholomeu, acreditando homenagear o santo que aprendeu a venerar desde cedo nas bandeiras que rasgavam o Brasil e que participava com seu pai Batholomeu Bueno da Silva, o Anhangüera (Diabo Velho em tupi-guarani).

Antônio Bueno descobriu enorme quantidade de ouro e o experiente bandeirante resolveu fundar o arraial de Santa Luzia, hoje denominada Luziânia. Mudou o curso das vertentes na região do riacho Frio, estancou suas águas, rasgou a terra em profundos vales e poços, revolveu as entranhas do rio na busca desenfreada pelo ouro. Logo outros bandeirantes o seguiram, aumentando a destruição.

A busca pelo ouro durou vários anos destruindo sem piedade todos os "obstáculos" naturais que existiam, assim começou a destruição deste maravilhoso curso fluvial.


Os lagos próximos ao rio São Bartolomeu são conseqüências das mudanças ocasionadas pelos garimpeiros em busca do ouro.

Autor: Labinfo-PROEM


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