Homem X Natureza
Hoje estamos vivendo em um mundo globalizado, um mundo onde a cada segundo estão inventando coisas novas, como carros, roupas, computadores, sapatos etc. Este é um mundo onde as pessoas não se importam mais com a natureza, apenas com o dinheiro. E quem sofre com tudo isso? Acertou: a natureza.
Antigamente o mundo não era assim, as pessoas se importavam com a natureza, não havia desmatamento, poluições de rios nem aquecimento global. O mundo era civilizado, havia paz entre o homem e a natureza, até que veio uma tal de tecnologia e acabou com o pacto de amor entre o homem e a natureza.
Um exemplo disso está aqui bem perto de nós, o rio Cocó. Antes esse rio era limpo, de águas cristalinas, onde havia muitos peixes e fartura(de alimentos). A água era do rio, era uma parte da vida da população, servia para tomar banho, lavar roupas, dar de beber aos animais, na verdade o rio era uma fonte de riqueza para a Boa Vista e os demais bairros cercados pelo rio. Hoje a água não serve nem para dar aos animais, senão é capaz de eles amanhecerem mortos no outro dia, esta é a realidade do rio Cocó. E quem fez com que ele ficasse assim? O homem, o ser de toda a criação. Talvez futuramente o rio Cocó se chamará rio ''cocô''.
Autores da crônica: Anderson, Alexandre, João Neto e Carlos Francis
A DESTRUIÇÃO
Fiquei sabendo que o manguezal é uma das maiores preciosidades do ecossistema do Cocó, que é muito importante para as funções ecológicas de Fortaleza. Sua fauna e flora é uma das coisas bonitas que ainda restam em meio à falta de consciência que cerca todo o Parque do Cocó.
O governo falou que as áreas do mangue é de preservação permanente por lei, mas o que eles querem mesmo preservar é a área do rio que passa pelo Shopping Iguatemi e fica no bairro nobre da cidade. Em muitas outras cidades existe respeito maior, as leis dificultam a degradação, os governantes são mais presentes, existe um senso maior de responsabilidade que está ajudando a salvar inúmeras espécies, mas Fortaleza está parecendo com os caranguejos que só andam para trás. Para muitos da população de Fortaleza, o manguezal é apenas um esconderijo para assaltantes que, após roubarem, se escondem atrás de árvores do mangue.
Mas quando realmente virem que destruíram faunas e floras de um espetáculo esplêndido, um filtro biológico de importância, quando olharem pela janela, irão ver apenas prédios e indústrias, vão querer sentir aquele cheiro natural, mas vão cheirar a fumaça preta que irá apagar o céu azul e irão perceber que não destruíram apenas o mangue, mas destruíram a si mesmos.
Autores da crônica: Deise, Kelvis, Luana e Emikaelle
Organizadores da página: Anderson e Deise