Rio Tamanduá - união para a preservação
A turminha
Rio Tamanduá
Histórico sobre o abastecimento da cidade
Trabalho conjunto
Inspiração
Atividades desenvolvidas
Declaração dos Direitos dos Rios
Depoimentos
Histórias de pescador
Carta no ano de 2070
 

Histórias de pescador

Tivemos a oportunidade de conversar com um pescador dos rios de Foz do Iguaçu e região, ele se chama Miguel Camargo dos Santos. Ele nos contou que pesca desde os cinco anos de idade, mas que isso acontecia no lugar onde ele morava, na região de Quedas do Iguaçu, Paraná.

Atualmente ele pesca no Lago da Hidrelétrica de Itaipu, no Rio Iguaçu, represa Uruguay e no rio Tamanduá. Além disso, quando viaja de férias para o litoral, também pesca no mar. Ele nos contou que o rio Tamanduá é pouco navegável porque tem muitas pedras, corredeiras, é muito raso e tem ainda uma cachoeira de uns dois metros, bem perto da sua foz, que é no rio Iguaçu, por isso a pesca com barco é muito difícil. Os peixes mais pescados no rio Tamanduá são: lambari, joana, traíra, jundiá, saicanga, cascudo, tilápia, carpa, bagre africano, e no trecho abaixo da cachoeira há peixes como: piau, campineiro, corimba, sardela e outros, que saem do rio Iguaçu e entram no Tamanduá para se reproduzirem. Miguel nos contou que já viu no rio Tamanduá sinais de poluição, restos de animais jogados por moradores ribeirinhos e até mesmo esgoto das casas perto de suas margens. E, como existem muito balneários na região, alguns visitantes jogam lixo. Ele, como nós, também se preocupa com o futuro dos nossos rios e, quando tem oportunidade, procura conscientizar as pessoas para não jogarem lixo nas margens e não destruírem as matas ciliares.


O pescador é um aliado na preservação dos rios.

Ivonete Camilo


Ivonete Camilo


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