Fomos ao Rio Ururaí. Nossa escola é pertinho. E lá encontramos dois pescadores, que nos disseram que hoje não dependem do rio para sobreviver, mas que na época de seus pais muitas famílias utilizavam o rio para seu próprio sustento. Eles também fizeram questão de relatar que guardam na memória de criança a imagem de um rio diferente e mais saudável, ou seja, sem poluição, com um grande volume de água e uma distância considerável entre suas margens. Um rio que não sofria como hoje com assoreamento, do esgoto “in natura” jogado direto no Rio. Observamos também garrafa pet, na correnteza desmatamento da vegetação ciliar, o que permite que moradores utilizem-se das margens para servir de pasto.